Ele nos abre a mente a detalhes que fazem a importância ao projetar ambientes, mas que nos passa despercebido, como o lugar de interação entre os vizinhos, a importância da calçada, do corredor, de um lugar ou formas que permitam uma apropriação dos moradores, enfim são muitos os pontos levantados no livro (bem mais do foram citados aqui), mas ele da uma ênfase a noções de público e privado, em alguns momentos chega a ser repetitivo os conceitos, mas ajuda a fixar em nossas mentes, já que pouco reparamos nisso normalmente.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Lições de Hertzberger
Ele nos abre a mente a detalhes que fazem a importância ao projetar ambientes, mas que nos passa despercebido, como o lugar de interação entre os vizinhos, a importância da calçada, do corredor, de um lugar ou formas que permitam uma apropriação dos moradores, enfim são muitos os pontos levantados no livro (bem mais do foram citados aqui), mas ele da uma ênfase a noções de público e privado, em alguns momentos chega a ser repetitivo os conceitos, mas ajuda a fixar em nossas mentes, já que pouco reparamos nisso normalmente.
DETALHES DO MAP
Postando novamente sobre o MAP, pois esqueci de falar o básico, falar dos detalhes...
Ao visitar o museu de arte da Pampulha nos foi proposto após a nossa caminhadas pelo lugar, um segundo olhar sobre o museu, entretanto de forma minuciosa, observando os detalhes. Os detalhes que interessaram a mim e a minha dupla, Fê ( Fernanda Vidigal), foram:
- As portas camufladas nos espelhos. Observamos a partir deste detalhe que o prédio como um todo não possui portas e janelas realmente visíveis, elas todas se camuflam. As poucas portas que possui estão camufladas nos espelhos, e nas ‘janelas’, digo entre aspas, pois não exitem janelas como nos vêem a mente quando pensamos no conceito, são as paredes, cobertas por vidros. Achei isso curioso, pois para época deveria ser uma grande quebra com os conceitos pré-estabelecidos, fazer um prédio sem janelas, portas, e hoje ao entrar no map nem reparamos muito para isso, pois já esta mais presente em nosso cotidiano.
- As curvas do lago que nos lembram as da lagoa da Pampulha, nos da uma impressão de estarmos olhando uma miniatura da lagoa, com todo um ecossistema, peixes, plantas brasileiras. Mesmo a lagoa não possuindo exatamente aquele formato ou qualquer outra real semelhança é interessante até mesmo como o lago todo curvo, brinca com as retas existentes na entrada do museu. ( Digo sobre o lago funcionando, pois ja fui no map anteriormente e isso tinha me impressionado).
- Outro ponto relacionado com retas e curvas é como Niemeyer as contrastou. Na entrada, por exemplo, predominam as retas, e as curvas são muito discretas, no entanto no salão de festas é o oposto, tudo tem praticamente formas curvas, até a escada do palco ( que achei muito interessante, por unir de forma interessante com o chão, sem dar a impressão de um degrau).
- O uso de materiais diferentes, e muito caros para demonstrar um luxo. O que realmente me impressionou, foi que a primeiro momento me parecia ser uma combinação pouco agradável aos olhos, misturar madeira, pedra, aço e vidro, mas acabou ficando legal e elegante.
- A iluminação com luminárias discretas e côncavas, a luz emitida se espalha na parte côncava dando um efeito interessante. Niemeyer quebra com os conceitos novamente, não usando de grandes lustres detalhados.
O prédio como um todo foi uma quebra com os conceitos, não é atoa que ele foi tão criticado na época.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Bienal Internacional de Graffiti
"Com músicas ao fundo de estilos como rap, ragga, breakbeat, drum’n’bass e dub se juntam em intercâmbios sonoros. Assim como na rua, a paisagem se (con)funde em tradições e pós-modernidade "
"Uma das propostas da I Bienal Internacional de Grafite é unir grafite e música, promovendo um encontro entre linguagens distintas que, juntas, proporcionam uma nova percepção do ambiente."
È interessante levar em conta como o espaço foi utilizado, a amplitude da serraria ajudou a reproduzir a amplitude do mundo urbano e a forma meio inacabada também, os murais todos foram bem interessantes.
sábado, 6 de setembro de 2008
Visita ao MAP
Uma grande parede espelhada, materiais sofisticados, uma visão ampla de todo o
espaço em praticamente todos os lugares e várias formas de acesso a um mesmo lugar ajudam a configurar a função do cassino e a forma como ele seria utilizado. Achei interessante os contrastes de curvas e retas que o lugar todo possui, o jardim em formas curvas que até lembram a forma da lagoa, o fato de não existir portas nem janelas definidas, pois as portas que existem estão camufladas e as janelas são praticamente as paredes, e a vista lindíssima que se tem.O museu todo é encantador, e com os comentários e discussões que fizemos sobre o lugar conseguimos perceber melhor toda a beleza que o possui não somente na sua vista principal , mas também em seu projeto.
"Seu Sami" de Hilal Sami Hilal
A obra "Seu Sami" possui basicamente duas salas. A primeira compostas por três ambientes: "sala do dor" (simbolizada por tramas de espinhos dependuradas do teto ao chão), "sala da ausência" (um grande vazio) e "sala do amor" (possui tramas mais delicadas), “O que está por trás é a idéia do inalcançável. A arte não dá conta da ausência, mas ampara. Foi o que me viabilizou. À medida que desenhava, fui entendendo que estava me criando também”, explica Hilal.
A segunda galeria traz peças que foram feitas com cobre, papel, alumínio e cola quente.
O que mais me agradou foi a primeira sala, onde você entrava em uma total escuridão e realmente se sentia um vazio, parecia um grande espaço, e quanto você caminhava, ia chegando mais perto de algo, que era somente o reflexo do espelho, era inatingível o que buscava. A segunda sala possui objetos muito bem trabalhados, e com um efeito visual bem interessante, mas o fato de não poder tocar e se envolver com a exposição é algo que não gostei muito.
http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2008/08/06/ficha_agitos,id_sessao=7&id_noticia=1597/ficha_agitos.shtml esse link traz informações interessantes sobre a exposição.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Apropriação da sala de plástica
Após uma discussão sobre alguns conceitos abordados no livro Lições de arquitetura de Hertzberguer, foi proposto pelos professores a apropriação da sala de plástica.
Após algumas tentativas de votação que não foram muito bem sucedidas, resolvemos desenhar o projeto da sala e cada um ia lá e interferia um pouco na sala até que chegamos no projeto final. A primeira coisa que estabelecemos foi a mudança dos quadros-negro de lugar, pois eles tapavam a visão da sala quando chegavamos, e também colocamos eles com um ângulo, para que não ficasse um corredor muito longo, e dessa forma unificou mais a sala. Tentamos integrar todos os ambientes, que antes se encontravam muito fragmentados. Apesar de muitas mudanças, nós aproveitamos algumas idéias propostas pelo semestre passado, como um mural para nos expressarmos, e uma arquibancada como lugar para assistirmos às aulas.











