segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Bienal Internacional de Graffiti

Com atrações vindas dos quatro cantos do mundo aconteceu semana passada em Belo Horizonte na Serraria a Bienal do graffiti. Com o objetivo de promover discussões, refletir sobre o espaço da arte na contemporaneidade e formar novos talentos, a amostra de grafite forneceu exposição com grafiteiros do Brasil e do mundo com trabalhos que expressem a importância do grafite como arte contemporânea.

"Com músicas ao fundo de estilos como rap, ragga, breakbeat, drum’n’bass e dub se juntam em intercâmbios sonoros. Assim como na rua, a paisagem se (con)funde em tradições e pós-modernidade "

"Uma das propostas da I Bienal Internacional de Grafite é unir grafite e música, promovendo um encontro entre linguagens distintas que, juntas, proporcionam uma nova percepção do ambiente."
È interessante levar em conta como o espaço foi utilizado, a amplitude da serraria ajudou a reproduzir a amplitude do mundo urbano e a forma meio inacabada também, os murais todos foram bem interessantes.

sábado, 6 de setembro de 2008

Visita ao MAP

.


Ontem a atividade da aula foi uma visita ao Museu de Arte da Pampulha. Eu já havia visitado lá e até pude ver como era o jardim funcionando (ontem se encontrava em reforma). Dessa vez a visita teve um olhar diferente, pude reparar melhor os detalhes arquitetônicos, ver com um olhar mais apurado o lugar. O projeto inicial do MAP era ser um cassino, mas só funcionou assim por três anos, porque o jogo se tornou ilícito no Brasil.

Uma grande parede espelhada, materiais sofisticados, uma visão ampla de todo o espaço em praticamente todos os lugares e várias formas de acesso a um mesmo lugar ajudam a configurar a função do cassino e a forma como ele seria utilizado. Achei interessante os contrastes de curvas e retas que o lugar todo possui, o jardim em formas curvas que até lembram a forma da lagoa, o fato de não existir portas nem janelas definidas, pois as portas que existem estão camufladas e as janelas são praticamente as paredes, e a vista lindíssima que se tem.

O museu todo é encantador, e com os comentários e discussões que fizemos sobre o lugar conseguimos perceber melhor toda a beleza que o possui não somente na sua vista principal , mas também em seu projeto.

"Seu Sami" de Hilal Sami Hilal

A exposição tem como ponto de partida o pai de Hilal, "Seu Sami", que morreu quando o artista ainda tinha sete anos, o pouco tempo que ele pode conviver com seu pai afetou profundamente sua vida, pois lhe faltou uma figura paterna para "apresentar" o mundo, e foi através da arte que ele preencheu esse vazio.


A obra "Seu Sami" possui basicamente duas salas. A primeira compostas por três ambientes: "sala do dor" (simbolizada por tramas de espinhos dependuradas do teto ao chão), "sala da ausência" (um grande vazio) e "sala do amor" (possui tramas mais delicadas), “O que está por trás é a idéia do inalcançável. A arte não dá conta da ausência, mas ampara. Foi o que me viabilizou. À medida que desenhava, fui entendendo que estava me criando também”, explica Hilal.

A segunda galeria traz peças que foram feitas com cobre, papel, alumínio e cola quente.

O que mais me agradou foi a primeira sala, onde você entrava em uma total escuridão e realmente se sentia um vazio, parecia um grande espaço, e quanto você caminhava, ia chegando mais perto de algo, que era somente o reflexo do espelho, era inatingível o que buscava. A segunda sala possui objetos muito bem trabalhados, e com um efeito visual bem interessante, mas o fato de não poder tocar e se envolver com a exposição é algo que não gostei muito.

http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2008/08/06/ficha_agitos,id_sessao=7&id_noticia=1597/ficha_agitos.shtml esse link traz informações interessantes sobre a exposição.

.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Apropriação da sala de plástica


Após uma discussão sobre alguns conceitos abordados no livro Lições de arquitetura de Hertzberguer, foi proposto pelos professores a apropriação da sala de plástica.

Após algumas tentativas de votação que não foram muito bem sucedidas, resolvemos desenhar o projeto da sala e cada um ia lá e interferia um pouco na sala até que chegamos no projeto final. A primeira coisa que estabelecemos foi a mudança dos quadros-negro de lugar, pois eles tapavam a visão da sala quando chegavamos, e também colocamos eles com um ângulo, para que não ficasse um corredor muito longo, e dessa forma unificou mais a sala. Tentamos integrar todos os ambientes, que antes se encontravam muito fragmentados. Apesar de muitas mudanças, nós aproveitamos algumas idéias propostas pelo semestre passado, como um mural para nos expressarmos, e uma arquibancada como lugar para assistirmos às aulas.

.
.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Panorama de Solano Benitez

.
Foi difícil achar fotos e textos sobre o arquiteto paraguaio Solano Benitez, na verdade, não achei nenhum texto em português, tentei entender um em espanhol mas não consegui entender, então com o pouco material que achei eu fiz esse panorama, que mesmo parecendo ser muitas arvores é um de seus projetos de intervir em um ambiente e fazer umas espécie de camuflagem.. achei muite interessante, mas não sei se vai dar pra enteder muito.

Mapeamento pronto!

.


Ajeitando os probleminhas que faltavam eu terminei o mapeamento de luz, fluxo e uso. A luz eu demonstrei deixando-a bem 'estourada', o uso através das pessoas, e o fluxo através das manchas.. a roxa da região onde as pessoas ficam observando, a verde das regiões onde normalmente se aglomeram e a vermelha de como elas se locomovem.